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URI SANTO ÂNGELO FOI UM DOS ELOS DE UNIÃO PELO AEROPORTO REGIONAL

Um dos maiores exemplos de União entre o poder público, instituição de ensino, entidades empresariais e produtores rurais foi comprovado neste mês de julho em Santo Ângelo. A célebre frase – A União Faz a Força, possibilitou a conclusão em poucos dias da obra de ampliação do espaço de segurança junto a cabeceira 12 da pista do aeroporto regional, conhecida como a RESA (Runway End Safety Area). A URI-Santo Ângelo foi peça fundamental no processo, pois o desenvolvimento regional e a inovação, caracterizam-se como foco da Universidade na prática. O curso de Engenharia Civil serviu como elo, garantindo todo o suporte técnico e cientifico na execução do projeto. A primeira ação foi o ensaio geotécnico dos vários pontos da borda e do eixo da pista. O levantamento topográfico com o equipamento RTK um GPS de alta precisão, possibilitou a constatação de todos os níveis do terreno, e os pontos de locação da estação total. Os números apresentados na conclusão do aterro foram impressionantes. Cerca de mais de 150 trabalhadores estivam envolvidos, assim como aproximadamente 100 máquinas de produtores rurais da região missioneira. O trabalho executado, resultou na movimentação de 56 mil m³ de terra, onde a cada camada utilizada e analisada, chegou-se a uma compactação de 40 mil m³. A área total da RESA atinge 90 metros de profundidade por 60 metros de largura. Em tempo real, os estagiários do laboratório de engenharia civil da URI, avaliaram o grau de compactação determinando a densidade máxima da umidade do aterro. Para o professor e engenheiro civil Bóris Casanova Sokolovicz, que coordenou a equipe da Universidade, o trabalho foi emocionante e gratificante, comprovando o envolvimento e o espírito comunitário de todas as instituições. Um dos pontos a ser destacado no trabalho realizado pelos engenheiros da URI, juntamente com as demais entidades envolvidas, é o de que, a ampliação do grau de segurança de toda a área de escape do aeroporto foi ampliada. Seguindo as regras de segurança da aviação civil, a RESA do aeroporto de Santo Ângelo, está a partir de agora incluída no código-4 da ANAC que exige o índice de 1,5% de declividade na profundidade como das laterais. Na prática isso quer dizer que a área de segurança da cabeceira 12, tem sua inclinação de drenagem no mesmo padrão dos grandes aeroportos do país, possibilitando para o futuro, não só o pouso e decolagem de Boeings 737, mas sim de aeronaves com o dobro de capacidade.





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